SINDACESB na Reunião da Frente Parlamentar em defesa dos ACS's e ACE's






Por Daniel Rocha

O SINDACESB  confia na luta e por essa razão age dentro daquilo que considera certo. E o certo para o sindicato é a defesa dos direitos da classe trabalhadora, coletivos, individuais e, especialmente, das nossas categorias ACS`s e os ACE´s.

 Dito isso, a equipe SINDACESB, formada pelo coordenador José Félix, vice- coordenador Daniel Rocha e os diretores Palulo Alves e Valdeci Muniz participaram na manhã da última quarta-feira, 11 de Dezembro, no auditório Antônio Pinto no anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília, DF, da 5º Reunião da Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes comunitários de Saúde e de combate às Endemias.


A atividade convocada pela presidente da CONACS, Ilda Angélica, teve como programação a realização de uma reunião sobre a redução da carga horária para os Agentes de Saúde e Agentes de Combate às Endemias que tramita com avanços; PEC 22 que trata da política de reajuste do piso nacional cujo valor e critérios, a partir de 2022, ainda não foram definidos.


Com a presidente da CONACS Ilda Angélica

Estratégias de luta da categoria para 2020; o novo curso técnico com a fixação de novas atribuições previstos para o início do ano que vem e a Audiência Pública sobre o modelo de financiamento apresentado pelo Ministério da Saúde para a Atenção Básica ( Portaria 2979/19) que prevê repasse de acordo o número de pacientes cadastrados em cada unidade.


Sobre esta ação promovida pela Frente Parlamentar de Apoio ao ACS´s e os ACE´s, conjuntamente com a Confederação Nacional das Categorias e o modelo de financiamento do Ministério da Saúde para a Atenção Básica pelo governo para o ano que vem, comentou o coordenador José Félix.

Em tempos de grandes dificuldades para a Classe trabalhadora do Brasil, com retiradas de Direitos, estas embasadas pelo discurso neoliberal dos patrões "menos direitos e mais trabalhos." Não seria diferente com as nossas categorias e certamente com o nosso SUS.






Baianos presentes

O modelo de financiamento apresentado pelo Ministério da Saúde para a Atenção Básica (Portaria 2979/19) traz grandes preocupações para nós lideranças sindicais, para muitos técnicos e defensores do SUS. Pois este modelo, mas tirará recursos do que irão melhorá-los.

Dizer que o ACS, será agora Protagonista e terá mais valorização, são pegadinhas, podem até massagear nosso ego, mas nunca nos trará, ou nos colocará em tais patamares. 

Certamente, nos colocará em cheque e na linha de frente quando os repasses caírem bruscamente, trazendo desunião, contendas e gerando uma perseguição em massa das nossas categorias, em especial nesse contexto para os ACS.


Portanto, será preciso mais que nunca que em 2020, possamos estar mais presentes em Brasília, para juntos vencermos todos esses desafios e derrubar todas essas manobras, que só irão contribuir para o enfraquecimento das nossas categorias. "Maior que todas as maldades deles é o Senhor Deus, a quem servimos." JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!




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