Proposta de organização do processo de trabalho e territorialização
Por Daniel Rocha
Com a intenção de contribuir para o processo de reterritorialização os representantes da SINDACESB, José Félix, Paulo Alves, Daniel Rocha e Cris Oliveira estiveram presentes na reunião para o estudo do caso de alguns micros -área da região Central, mais especificamente os localizados entre os bairros São Lourenço e Universitário, ligados ao Centro de Diagnose.
Participaram do encontro os ACS das USB São Lourenço II, III e V, apoiadoras institucionais, Irla, Amanda e Renata, coordenador de sistema Vicente e o coordenador da Atenção Básica, Rodrigo Lenine, que conduziu as atividades realizada na manhã do dia 08/03 na sede da secretaria de saúde permitindo os participantes opinar sobre o processo de trabalho e territorialização.
No início da reunião o coordenador do SINDACSB ,José Félix, destacou a importância e a urgência da reterritorialização para as UBS ( Unidade Básica de Saúde) se ajustem melhor à realidade demográfica da cidade, corrigindo os erros grosseiros cometidos pela equipe de atenção básica da gestão anterior que ,em alguns casos, estabeleceu divisões desastrosa.
Na sequência Rodrigo Lenine destacou que os problemas enfrentados na atualidade pelas equipes do Centro de Diagnose, UBS II, III e V precisam ser analisados e resolvidos para que se mantenha viável o atendimento da população cadastrada. “Vamos enfrentar os problemas que ninguém buscou resolver em todos esses anos.”
Após a análise das situações expostas pelos agentes comunitários de saúde das áreas citadas ficou mais evidente a situação a tempo denunciada pelo sindicato de que o ponto eletrônico prejudica a produção e a saúde do ACS.
Pelos motivos citados José Félix aproveitou a oportunidade e o interesse dos representantes da gestão pelo o assunto para informar que juridicamente é permitido ao trabalhador externo (vendedores e moto Boys), bater o ponto duas vezes ao dia.
Diante disso o coordenador da Atenção Básica Rodrigo Lenine considerou possível a dispensa do ponto das 11:00 e das 13:00, para os casos específicos, de modo que não tardará no futuro ser o controle feito pelo GPS dos Tablets, folhas de assinatura , cadernos de relatório e supervisão de área, como já vem sendo feita pelos enfermeiros.
O coordenador do SINDACESB José Félix lembrou que a questão do ponto afeta diretamente a todos e que manter a liberação apenas para alguns casos específicos não seria simples, por essa razão sugeriu que a mudança fosse aberta para todos os ACS. Assim, ficou o coordenador da Atenção Básica de buscar medidas para viabilizar as observações sobre o ponto .
Durante a reunião um ponto que também mereceu destaque foi o processo de trabalho dos ACS. Os representantes do SINDACESB argumentaram que é preciso que o processo de trabalho sejam avaliados considerando o sentimento de equipe, onde o fazer de um tem a ver com o do outro.
“Onde seja importante a prevalência da solidariedade entre os funcionários e não disputas e denúncias e falatórios sem o respaldo de avaliação verossímeis, avaliar e pensar também no trabalho de todos os servidores da unidade porque todo o trabalho está interligado.” Frisou José Félix.
No final, observando a relevância da discussão, Rodrigo Lenine, e todos os profissionais presentes, entenderam que discutir o processo de trabalho nas unidades se faz necessário e urgente.
Assim sendo, ficou marcado para o dia 27 de março um segundo encontro com a presença de todos os líderes(ACS) das unidades básicas de saúde onde algum definição sobre o ponto será apresentada.
Daniel Rocha
samuithi@hotmail.com

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