Greve Geral em Teixeira de Freitas : Uma ação coletiva
Por Daniel Rocha
Trabalhadores e trabalhadoras teixeirenses aderiram a Greve Geral e realizaram protestos contra a reforma previdenciária, trabalhistas e aprovação da lei de terceirização, na manhã desta sexta-feira, vinte e oito de abril.
Uma série de associações e sindicatos participaram deste movimento coletivo como, o Sindicatos dos Agentes Comunitários de Saúde do Extremo Sul da Bahia (SINDACESB) Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Teixeira de Freitas (STR), Sindicatos dos Bancários (Sindbancários) Sindicato dos Empregados no Comércio de Teixeira de Freitas ( SINDEC ).
Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia ( APLB) Sindicato dos trabalhadores na silvicultura, no plantio, nos tratos culturais, extração e beneficiamento da madeira em atividades florestais e industriais moveleiras no extremo sul da Bahia (SINTREXBEM ).
Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia ( APLB) Sindicato dos trabalhadores na silvicultura, no plantio, nos tratos culturais, extração e beneficiamento da madeira em atividades florestais e industriais moveleiras no extremo sul da Bahia (SINTREXBEM ).
Sindicato dos trabalhadores na indústria da construção civil (SINDCESB) Sindicatos dos Servidores públicos municipais (SINTRASPESB) Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis. Sindicato dos Trabalhadores em Transportes.
Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia (SEEB) Movimentos sociais e estudantes da universidade Estadual da Bahia (UNEB) e movimentos sociais e associações como, MST, Servidores do IFBAIANO,DCE - UNEB, MTM. Alunos do Ruy Barbosa e do IFBAIANO, movimentos ,Moradias, Negros/Jovens/Mulheres,
Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia (SEEB) Movimentos sociais e estudantes da universidade Estadual da Bahia (UNEB) e movimentos sociais e associações como, MST, Servidores do IFBAIANO,DCE - UNEB, MTM. Alunos do Ruy Barbosa e do IFBAIANO, movimentos ,Moradias, Negros/Jovens/Mulheres,
As manifestações se concentraram em frente ao INSS, garagem da empresa de ônibus da Santa Clara e na Avenida Presidente Getúlio Vargas, em frente ao supermercado Casa Grande, local de partida da passeata que percorreu as principais ruas do centro.
Ficou claro durante os manifestos espontâneos dos trabalhadores e das lideranças sindicais que a adesão a greve é fruto da revolta causada pelo desmonte dos direitos sociais.
A tentativa de impor aos trabalhadores uma reforma que vai transformá-lo em um serviçal medieval também preocupa aqueles que não puderam participar. Revelou a trabalhadora do comércio Marta Mota, que acenava em apoio aos manifestantes que passavam pela avenida Marechal Castelo Branco.
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| Marta Mota |
“Nós, funcionários,não participamos porque a nossa empresa não pode parar, mas apoiamos a manifestação e estamos muitos preocupados com as reformas trabalhistas propostas pelo governo, tanto que esse é uma dos assunto mais debatidos nos intervalos da empresa.”
Gildenê Prates ,do SINDIBANCÁRIOS, lembrou em discurso, em frente ao supermercado Casa Grande, que as reformas atingira em cheio não só a classe trabalhadora, mas principalmente o comerciante local que depende do bom poder de compra dos empregados ,e dos aposentados, para manter seus lucros.
“Nós estamos aqui para dizer que somos contra a reforma trabalhista e previdenciária e todo projeto que visa tirar direito dos trabalhadores. Com um número reduzido de aposentados quem vai perder não é só o trabalhador, mas também o empresário, a população sem poder de compra não compra.”
O peemedebista Michel Temer pretende levar a reforma trabalhista e previdenciária a votação no senado no início do próximo mês, embora ele tenha conseguido avançar com a proposta, ele tem encontrando dificuldades para conquistar um número de aliados suficientes para aprovação.
Nesse sentido, lembrou José Félix, presidente da SINDACESB, aos trabalhadores do comércio, fazendo uso do microfone do carro que acompanhava a manifestação.
“Precisamos nos informar mais... Se desconectar das redes sociais, da Rede Globo... Vamos pesquisar para conhecer. Não saia por aí repetindo tudo que vê na TV como se fosse um "intelectual". Leia e verás que seus direitos estão ameaçados. Corra ainda há tempo de lutar por eles.” Destacou.



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